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Amputation Bondagebrunette.com He Has Amp A Melbourne Bondage Brunette Cultura Maadiana – pédia, a enciclopédia livre

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instrumento maadiano em marfim.

O sítio de Maadi consiste em "restos de uma cidade em expansão"[7] formada por um sítio principal relacionado com um cemitério e um sítio secundário relacionado com outro cemitério; as principais características do assentamento são cabanas ovais, estruturas em forma de ferradura, casas subterrâneas, estruturas retangulares (possivelmente currais), lareiras e silos (localizados nas bordas do assentamento).[8] Paliçadas e longas valas estreitas compunham parte das defesas da cidade, no entanto, há evidência de que ela foi saqueada e queimada, ao menos, uma vez.[9] O sítio de Sais possui três fases principais (neolítica, transicional e pré-dinástica) que transcorrem o período de 4800-3 500 a.C. e são caracterizadas pela presença de cerâmica (especialmente as últimas duas) e restos faunísticos de animais e plantas domesticados e peixes.[10] [11] Tanto Sais como Buto são importantes sítios para a compreensão da origem da religião na área, tendo eles, desde o pré-dinástico, servido como centro de propagação cultual.[12]

O sítio de Buto, dividido em sete camadas estratigráficas (estando entre elas uma camada transicional), apresentou-se como importante sítio do Delta durante o período final da cultura maadiana tendo ele produzido abundante conjunto lítico e cerâmico comparável aos conjuntos encontrados em Maadi, Heliópolis e Wadi Digla.[13] Segundo evidências localizadas nas primeiras duas camadas, os habitantes de Buto erigiram suas habitações com hastes de cana ou papiro;[14] A camada transicional (marcada pela mudança de tipos de cerâmica) foi interpretada por alguns como evidência da substituição de uma cultura por outra, no entanto, há aqueles (Kohler e Wilkinson) que argumentam que tal camada influi em uma expansão da tecnologia de cerâmica do Alto Egito e não necessariamente a expansão da cultura Naqada como evidenciado pelos novos modelos localizados (foram produzidos localmente).[15] Buto, com base em artefatos localizados, possivelmente possui conexões com culturas calcolíticas do corredor sírio-palestino e da Mesopotâmia, além disso, possivelmente serviu como porta de entrada dos produtos comercializados pelas rotas comerciais do norte.[16]

Os cemitérios maadianos localizam-se fora dos assentamentos e neles estão contidos enterros de jovens, homens e mulheres depositados em covas ovais ou circulares rasas envolvidos em papiros ou peles com espólio (pentes, pulseiras, conchas, paletas, pérolas, pigmentos, cerâmica, vasos de pedra e restos animais); crianças foram enterradas no interior dos assentamentos em vasos; foram evidenciados os primeiros exemplos de sepultamento animal[17] Em Heliópolis exemplos de túmulos orlados com blocos de pedra e madeiras sobre as lápides foram constatados.[8] Inicialmente os adultos foram enterrados de forma recurvada e com as mãos no rosto; posteriormente foram colocados na cova com a cabeça para o sul e com o corpo pro lado direito.[17]

A indústria lítica era baseada em sílex, quartzito e cristal de rocha e tinha como formas principais raspadores, facas com bordas retocadas, furadores, punções, burils e microburils, cunhas, brocas, machados, cabeças de clavas, mós, machados polidos, pilões, almofarizes, lâminas torcidas, pontas de flechas espigadas, foices unifaciais, cutelos.[8] Cobre (machados com arestas de corte fino, cinzeis, punções, furadores, anzóis, agulhas, alfinetes e fios), ossos, chifres e madeira (furadores, punções, pentes, braceletes, varas, alças e tampas) também foram manufaturados; pigmentos (ocre, malaquita), paletas cosméticas, vasos de pedra (alabastro, calcário e basalto) e cabeças discoides de clavas são evidentes.[4] [8]

A cerâmica era temperada (palha, areia, calcita), decorada (incisões ou pinturas geométricas) e, segundo evidência, foi produzida à mão e aperfeiçoada com rodas; aparentemente as partes superior e inferior eram produzidas separadamente e depois unidas.[18] [19] A cerâmica localizada em Maadi foi dividida em cinco grupos: jarros globulares pretos e geralmente polidos; jarros ovóides marrom-avermelhados polidos com um anel na base; vasos vermelhos com parte superior preta; vasos vermelhos polidos com pouco temperamento; vasos amarelos polidos sem temperamento. Há exemplos de vasos antropomórficos,[20] grandes jarros para armazenamentos (marrons, vermelhos, cinzas ou pretos polidos com lavagem em vermelho ou branco) e vasos importados da Palestina, Síria e Alto Egito.[8] Cerâmicas encontradas em Heliópolis possuem, segundo Mortensen, relação com tradições autóctones, assim como palestinas: "A tradição cerâmica de Heliópolis é claramente relacionada com a tradição anterior no norte, encontrada em Merimde, Faium e El-Omari mas também mostra traços da tradição palestina: tempero com calcário moído, uso de lavagem de cal".[21]

A economia era baseada na domesticação animal (ovinos, bovinos, caprinos, suínos, burros, cães), caça (hipopótamos, ibex, castores, tartarugas), pesca (peixes, mariscos), agricultura (trigo, cevada, linho, lentilhas, ervilhas) e comércio; importavam produtos do Oriente Próximo (nódulos de sílex, cerâmica, ferramentas de pedra, resinas, óleos, vinho, madeira de cedro, cobre, basalto), Alto Egito (pentes, cerâmica, marfim, paletas, cabeças de clava) e Deserto Oriental (malaquita, manganês, cornalina, conchas, pérolas), assim como exportavam produtos para estas regiões: cerâmica, conchas e cereais para o Oriente; cobre, basalto e sílex para o Alto Egito.[8] [4]

Referências

  1. Reynes 2000, p. 214
  2. Seeher 1992, p. 226
  3. Rizkana 1987, p. 78
  4. a b c Predynastic and Protodynastic Egypt (em inglês). Página visitada em 09 de fevereiro de 2012.
  5. Bard 1999, p. 455-458
  6. Watrin 2003, p. 564
  7. Hayes 1964, p. 122
  8. a b c d e f Calcolhithic (Maadi-Buto) (em inglês). Página visitada em 21/02/2012.
  9. Hayes 1964, p. 123
  10. Wilson 2002, p. 12
  11. Wilson 2003, p. 70
  12. Wildung 1984, p. 265
  13. Reynes 2000, p. 218
  14. Friedman 1992, p. 220
  15. Wilkinson 1996, p. 7
  16. Wenke 1991, p. 304
  17. a b Maadi (em inglês). Página visitada em 21/02/2012.
  18. Debono 1988, p. 23
  19. Caneva 1987, p. 107
  20. Hayes 1964, p. 125
  21. Debono 1988, p. 33

Bibliografia[editar | editar código-fonte]